A sonda Voyager lançada pela NASA em 05 de setembro de 1977, portanto há quase 36 anos no espaço, pesquisando o meio interplanetário, está prestes a abandonar a ",casa da família", (o sistema solar) e finalmente alcançar o misterioso e mais obscuro meio interestelar, quando não estará mais sujeita às influências magnéticas do Sol...
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terça-feira, 2 de julho de 2013
12:16
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sexta-feira, 21 de junho de 2013
22:24
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Estudo confirma que rotação do núcleo da Terra não é constante
Estudo confirma que rotação do núcleo da Terra não é constante |
Em 2011, um trabalho realizado por geofísicos da Universidade de Cambridge e publicado no periódico Nature mostrou que o núcleo da Terra girava mais devagar do que se pensava e que essa variação fazia a posição angular do núcleo atrasar um grau a cada milhão de anos. Com o novo estudo, fica evidente que essa diminuição na rotação verificada pelo grupo de Cambridge não é constante e que a velocidade pode sofrer acelerações.
Para o estudo, os pesquisadores australianos utilizaram um método diferente do trabalho anterior (baseado em ondas sísmicas) e realizaram um levantamento estatístico dos registros de terremotos duplos ocorridos nos últimos 50 anos. Esses tremores, segundo a metodologia empregada são terremotos duplos de magnitude quase idêntica que podem ser registrados em um período que varia entre duas semanas a 40 anos, mas que se diferenciam das réplicas.
Segundo Tkalcic, foi interessante constatar que esses tremores duplos se assemelham com uma diferença de 10, 20 ou 30 anos. Para o pesquisador, cada par de tremores tem uma leve diferença que - segundo ele - está ligada à velocidade de rotação do núcleo. "Foi com base nessa diferença que pudemos reconstruir a história de como o núcleo girou nos últimos 50 anos".
Tkalcic não especula sobre a possibilidade desse novo método poder ajudar na previsão dos terremotos, mas diz acreditar que poderá colaborar no entendimento de como o núcleo gera o complexo campo magnético da Terra.
21:44
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Estudo tenta explicar o misterioso som das auroras boreais |
Não é incomum que observadores, turistas ou moradores locais relatarem terem ouvido sons relacionados às auroras, sem entretanto poderem comprovar que isso de fato acontece. Por ocorrerem a mais de 100 km de altitude os cientistas também não acreditam nessa hipótese, mas um grupo de pesquisadores parece estar um pouco mais perto de tentar explicar o fenômeno.
Uma pesquisa realizada pelo cientista Unto Laine, da Universidade de Aalto, na Finlândia, mostra que os sons associados às auroras são provavelmente produzidos pelas mesmas partículas energéticas do sol que causam as auroras, mas em altitude muito mais baixas, bem próximas ao solo
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De acordo com o cientista Unto Laine, da Universidade de Aalto, na Finlândia e coautor do estudo, estas partículas ou a perturbação geomagnética produzida por elas parecem produzir sons a cerca de 70 metros de altura.
Para determinar onde ocorria o fenômeno, Laine e seus colegas compararam os sons captados por três microfones instalados em um local de alta atividade auroral com medições realizadas simultaneamente pelo Instituto Meteorológico da Finlândia e constataram um padrão típico durante alguns episódios de atividade. Segundo Laine, o som das auroras não ocorre durante todos os eventos e normalmente são muito rápidos e fracos, o que requer boa audição e baixo ruído de fundo para serem ouvidos. Os eventos mais comuns se assemelham a aplausos, estalos ou golpes de chicote.
Apesar da captação dos sons e de sua provável ligação com as auroras, os cientistas ainda não sabem ao certo como eles são criados. Para Laine, a diversidade sonora envolvida mostra que uma série de mecanismos diferentes pode estar envolvida, mas conhecer onde o som é produzido é a fundamental para a solução do mistério.
21:34
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Google lança na atmosfera dezenas de pontos de acesso à internet |
O experimento inédito colocou na alta atmosfera diversos balões científicos carregados com pontos de acesso wi-fi. O objetivo é permitir conexão à internet de alta velocidade nas áreas mais remotas do planeta, onde não existe sinal de celular ou cobertura via satélite.
Batizado de Projeto Loon, o experimento ainda está em fase de testes e na última semana completou a primeira etapa ao colocar na alta atmosfera da Terra 30 balões científicos repletos de equipamentos de comunicação. Os balões foram lançados da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia e deverão permanecer no ar por cerca de 100 dias. Cada balão mede cerca de 15 metros de diâmetro e entre os equipamentos embarcados estão um computador de bordo, rádios, antenas, um subsistema de controle de altitude e um conjunto de painéis solares para fornecer energia ao conjunto.
Os balões utilizados são do tipo científicos, conhecidos como "super pressão". São construídos em plástico selado e preenchidos com gás hélio altamente pressurizado. Balões desse tipo têm grande capacidade de carga e normalmente são utilizados para levar toneladas de equipamentos a mais de 35 mil metros de altitude.
No caso do Projeto Loon, os balões se manterão a 20 mil metros e navegarão no espaço através das correntes de jato. Nesta altitude, a área da superfície coberta por cada ponto wi-fi flutuante é de cerca de 40 km de diâmetro. De acordo com a Google, nesta primeira fase foram selecionados 50 voluntários das cidades de Christchurch e Canterbury, na Nova Zelândia, mas já existem planos de parceria bem adiantados em outros países, entre eles Argentina, Chile, África do Sul e Austrália.
21:27
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Bola de fogo cruza diversas cidades da região Sudeste do Brasil |
Uma bola de fogo cruzou o céu noturno na noite de terça-feira e foi vista por diversos observadores da região sudeste. O bólido tinha cor avermelhada e pode ter sido provocado pela reentrada de restos de um foguete chinês do tipo Longa Marcha.
De acordo com alguns observadores que escreveram para o Apolo11, a bola de fogo cruzou lentamente o céu no sentido sudeste e aparentava ter uma pequena cauda parecida com um cometa. "As 23h40, um objeto cruzou o céu de Araçatuba-SP. Do momento que vi, estava próximo ao zênite indo em direção ao sudeste e foi até próximo ao horizonte, atrás de casas, onde não conseguia mais ver", disse o observador Diego Adelson, que testemunhou a passagem.
21:21
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Sol atinge o trópico de Câncer e é inverno no hemisfério Sul |
Exatamente às 02h04 de sexta-feira a Terra completa mais uma etapa em sua jornada ao redor do Sol. Nesta hora os raios solares atingirão a máxima inclinação desde a linha do equador e fará com que noite seja a mais longa do ano. Prepare-se: o inverno chegou ao hemisfério sul do planeta!
Chamado de solstício de junho ou de inverno, a data também marca a chegada do verão no hemisfério norte, onde o Sol atingirá a menor inclinação, tornando esta a noite mais curta e o dia mais longo do ano.
sábado, 15 de junho de 2013
08:17
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Anel laser melhora as medições dos movimentos da Terra
Para medir o bamboleio, os cientistas desenvolveram um dispositivo com dois feixes de laser que operam em contra-rotação e percorrem um caminho quadrado e fechado, refletido por espelhos. Quando o arranjo é posto a girar, o feixe que é disparado no mesmo sentido de rotação da Terra teria que percorrer mais espaço do que aquele que é disparo no sentido oposto, criando um padrão de interferência que pode ser medido.
No entanto, diferente do experimento de Michelson feito no final do século 19, não é o arranjo que gira e sim a Terra.
"Se estivéssemos próximo a um dos polos, a Terra e os eixos de rotação do laser estariam perfeitamente sincronizados e a velocidade resultante de rotação seria de 1:1, mas na linha do equador o feixe de laser nem notaria que a Terra está girando", explicou Schreiber.
Com esse experimento, mudanças mínimas no eixo de rotação da Terra alteram o padrão de interferência ótica, permitindo aos cientistas não só confirmarem diretamente o balanço de Chandler mas também medir as oscilações anuais, que se mostraram compatíveis com os dados registrados pelo arranjo de 30 radiotelescópios.
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